17 maio 2012

BCAP - 4ªFASE - QUESTIONAMENTO - 15_JUN_2012


Se o braço da poltrona nunca abraça, eu acho que a palavra perde a graça.
Se a boca do fogão não sente fome, então porquê o mesmo nome?
Se o alho tem um dente e não mastiga, eu acho que a palavra não se aplica.
Se o livro tem orelha e não escuta, mas que palavra mais maluca!
Se a gente não alcança não importa, mas se cresce e enxerga não suporta!
E no fim a fantasia vai embora, o olho mágico da porta só vê o lado de fora (cante connosco)

Viemos da Esperança depositada em todos os caminhos, pensando que pudéssemos estar preparados para trilhar todos eles sem abandonar sonhos e desejos. Mas a determinada altura interpelamos o dinamismo incessante, a força de recomeçar de novo fraqueja sempre que tomamos um caminho que parece certo e se revela errado.
Percebemos que não é só o Encantamento que tem outra face, a face do Desencanto. Tudo tem seu lado luz e lado sombra, a oscilação do pêndulo não poupa ninguém, entre fluxos e refluxos, experienciamos a bipolaridade emocional. De novo a força entusiástica da Esperança pode ser transmutada em Desesperança, ao pecarmos por excesso de expectativa.
Entramos então na "Fase do Questionamento", fase seletiva de escolha de caminhos, contendo a ação desmedida do ânimo e do desânimo. Buscamos um equilibrio satisfatório permitindo que a fantasia não vá embora, mas também não retire nossos pés do chão. Precisamos de enraizamento para sonhar.
Mas a escolha antecedente à bifurcação dos caminhos, acorda o ato de questionar. Para decidir em consciência temos de pôr em dúvida o inquestionável.  Reinaugurar a palavra porquê - ir bem fundo às raizes da etimologia para perceber afinal o que é Amar? Será que a palavra com o tempo perde a graça? Será que a determinada altura a palavra já não se aplica? Será que se a gente não alcança não importa, mas se amadurece e enxerga naquilo que o amor se tornou, não suporta?
Será???
Da mesma forma como nos abrimos à Esperança, cultivemos agora o abertismo consciêncial, indagando a amplitude do Amor. Existirá uma linearidade amorosa? Eros que se transforma em Philos e Philos que se transforma em Ágape? Terá o "Eu te amo" uma tendência natural para culminar no "Eu vos amo"? Ou dentro do Amor amplo temos de optar?
No dia 15 Junho, cada um fará a sua autorreflexão sobre a temática. Não pretendemos guiar-vos pelo caminho do autoconhecimento. O objetivo é que respondam às vossas questões pois as 4 R´s são apenas a "pedra de toque". Cabe a vocês rolar inclinação a baixo, na busca profunda de respostas, para depois subir montanha acima, integrando as peças do puzzle. Vamos lá!! A organização agradece todo o empenho e dedicação. Bem-haja por se disporem a peregrinar connosco.
  NOTAS IMPORTANTES:
  • Os participantes não são obrigados a seguir todas as fases, podem participar apenas na que desejarem;
  • É permitido trazer para o dia de publicação qualquer artigo já publicado que se adapte ao tema;
  • O artigo participante pode servir mais do que uma blogagem, desde que não fuja à temática;
  • No dia 15, uma vez publicado seu post, deixe um comentário.

15 maio 2012

ESPERANÇA - No Reino de Ouros ♦

BCAP - 3ªFASE - ESPERANÇA
«As armas (♠) e os corações (♥) assinalados  que da ocidental praia lusitana, 
por mares nunca dantes navegados, passaram ainda além da Taprobana. 
Em perigos e guerras esforçados, mais do que prometia a força humana, 
e entre gente remota edificaram, Novo Reino (♦) que tanto sublimaram.» 
(Os Lusiadas)
Acreditar na existência de uma terra prometida é ter fé no caminho de ouros (♦). Procurar chão firme para realizar nossos sonhos e desejos, velejar o caminho maritimo (♥) ao sopro do vento (♠), ultrapassar tormentórios que mais tarde se revelam cabos da Boa Esperança.  
Os descobrimentos em contexto amoroso ordenam sempre que em determinada altura se lance a âncora ao mar. A mulher do leme grita: -Terra à vista!! - ou por outras palavras - Amor sólido à vista!
Lembro vagamente de pensar: sim, este sim. Ousa sonhar mas também tem audacia para concretizar. Vê-lo cuidar dos irmãos fez-me encontrar nele uma qualidade que os outros não tinham. Sim, este sim. Será bom pai de certeza (e quanto a isso não houve engano). Sim, este sim. Entre nós foi amor à primeira vista como se nos conhecessemos de outras vidas.
Ouro (♦) vem da terra, é um metal precioso, mas nunca, em hipotese alguma, casei por interesse. Inclusive passamos dificuldades financeiras no inicio do matrimónio. E foi aí que o paraiso se foi transformando lentamente em deserto. A materialidade tem dessas atrações, torna o homem escravo de suas riquezas e formas.
Que coisa estranha!? Mas quando é que eu irei entender o amor? Se é encantado, é fantasia, muitos véus escondem a real pessoa que amamos. Se desencanta, desequilibra-nos. A descrença faz-nos agir de modo egoista e magoado. E eis que depositamos toda a esperança num amor concreto, sem grandes malabarismos, desesperando de seguida com o mau estar da pessoa amada.
Junto com a falta de dinheiro (♦) veio a gravidez desejada. Olha lá a luzinha da esperança iluminando de novo! Pois é, mas ninguém falou que meu corpo se modificaria. Ninguém falou que o parto podia complicar, que o resultado poderia não ser o esperado, que toda a idealização ficaria aquém das expectativas. Mais um fóssil de actividade biológica no deserto, lembrando que ali na areia já houve mar.
Cruzes! Mas manifestar o amor no plano físico é assim tão doloroso? Como é que alguém pode competir com amor ao individualismo, amor ao dinheiro, à beleza corporal e à liberdade? "Ahh tem fé, um dia ele amadurece e assenta arraiais." Kkkkê! Um dia?
Não sei se foi fé, esperança... eu acho que foi paciência. Doses maciças de paciência para aturar imaturidade, porque quem ama, perdoa tudo. Mas também eu, era imatura a nível emocional e reclamava muito, cobrava muito... as dunas (muros) do deserto distanciavam-nos cada vez mais um do outro.
Até que um dia toda a esperança foi embora. Nessa fase o amor versou assim:
«Verde foi meu nascimento
E de luto me vesti
Para dar a luz ao mundo
Mil tormentos padeci.»
Coitada da azeitona que nasce esperançosa e termina a cair da árvore, varejada da Oliveira! Assim terminei eu, varejada de um casamento! Vestir-se de luto é amadurecer. Antigamente o azeite era usado nas lamparinas para iluminar as casas, porém para transformar azeitona em azeite, o fruto passa por várias fases, tem de ser repetidamente triturado, prensado, coado, até finalmente dar luz ao mundo.

Estabelecendo o paralelo, no amor também passamos mil tormentos até descobrirmos a verdadeira alquimia que transmuta chumbo em ouro (♦). Aí nos tornamos Magas(os), percebemos que todo o metal inferior tem potencialidade para ser transformado em superior.
 E agora vamos à materialização (♦) do vosso amor:
  1. Eu 
  2. Luma
  3. CadeiranteEmPrimeirasViagens
  4. ReflexõesFloridas
  5. TachosVsPanelas
  6. PequenoQuiproquó
  7. SextaFeira
  8. DebbyEuAmoAminhaVida
  9. ChicaEscrevePorAí 
  10. BelBlogandoComAvida 
  11. InfinitoParticular 
  12. AromaDeCafé 
  13. ProjetandoPessoas 
  14. SuTheBest 
  15. DhonaBorboleta 
  16. PensandoEmFamilia 
  17. DuasMoçasPrendadas
  18. SóTutoriais
  19. MeuCadernoDeInspirações
  20. TenhoAlmaVintage
  21. VamosPerservar
  22. JanelaPessoal
  23. SaoBanza
  24. NaoEstavaAfim
  25. EuCrioAminhaVida 
  26. AsasDosVersosEreversos 
  27. TrocandoIdeias 
  28. DemocratizaçãoDaModa  
  29. LuluOnTheSky 
  30. DoQueEuGosto 
  31. PontoLivro 
  32. CozinhandoComJosy 
  33. VozAtiva2 
  34. SimplesEclara 
  35. ConversasComXunandinha 
  36. LadoDeForaDoCoração 
  37. ÓculosDoMundo 
  38. RodaViva 
  39. CasaDaAlquimia 
  40. Ca e Murillo 
  41. VivendoUmDiaDeCadaVez 
  42. FractaisDeCalu 
  43. UmaCertaLuz 
  44. CasaCoisasEsabores 
  45. AescolaÉbela 
  46. DiarioDeUmaTransformação 
  47. AvaliandoAvida 
  48. InsanidadeTemporária 
  49. EsplendorDaCriação 
  50. MãosDeManteiga 
  51. LichiaDoce 
  52. NadaSério 
  53. ArteLivreVimaje 
  54. M@myrene 
  55. CameliaDePedra 
  56. JardimFechado 
  57. CorpoAlmaEspirito 
  58. DraftToDraft 
  59. JorgeVicente 
  60. LuluExperiência 
  61. SonharEser 
  62. RumosLibertadores 
  63. SeguindoMinhasPegadas 
  64. BuscandoOamor 
  65. FloraDaSerra 
  66. SonhosEmelodias
  67. ConversasCartomanticas 

13 maio 2012

ESPERANÇA DE VIDA À NASCENÇA

Inicitiava da amiga Norma (blog: PensandoEmFamilia.blogspot.com.br)

Maio sempre foi mês de Maria, mês das Mães, das Noivas, do Casamento e da Familia. No entanto, Maio de 2012 é muito mais que Maio de 1994.  Desde a década de 60 que a UNESCO organiza os Anos Internacionais da ONU - 94 recebeu o título de Ano Intern. da Familia e 15 de Maio recebeu o título de Dia Intern. da Familia.
Desde então, a ONU dedica especial enfoque a uma temática anual, mantendo o dia comemorativo da Familia ano após ano, sendo que, 2012 é o ano do Cooperativismo e 15 Maio o dia da Familia dentro do cooperativismo. Assim não é de estranhar que as blogagens estejam em grande força neste ano de mudanças. Ano 5 (2+0+1+2) questiona todos os padrões, inclusive o conceito de familia. 
Acima de tudo, a egrégora de familia é cooperação. A cooperação "opõe-se" à competição. Em teoria, não é suposto existir competição familiar, mas quantas vezes presenciamos mãe e pai competindo pelo amor dos filhos, especialmente em circunstâncias de divorcio? Filhos competindo entre irmãos pelo amor dos pais, esforçando-se por serem prediletos? Sogras competindo com noras pelo amor exclusivo dos filhos? E crianças competindo com a vida corrida dos pais por minutos de atenção?
Familias são pequenos organismos, mini-sociedades dentro de organizações sociais maiores, como bonecas russas que se encaixam e têm como objetivo viver em harmonia. Saimos da familia de sangue para a familia escolar, dai, para a familia empresarial, adotamos outra familia através do matrimónio, e seguimos organizados, amparados pelos amigos. Neste entrelaçar, surgem as familias colaterais, associação de pais, gestão de condominio do prédio, tutor de bairro, centro comunitário da freguesia, grupo espiritual da igreja local, etc.
Qual a esperança de vida à nascença desse leque de familias? Será que pau que nasce torto numa mais se endireita? Existe um barómetro conjuntural que nos diz o número médio expectável que um grupo de individuos nascidos no mesmo ano viverá. É claro que é apenas uma média, uns não atingirão essa idade, outros ultrapassarão. Dividindo o indice em género masculino e feminino, logo percebemos que a esperança de vida ao nascer, nas mulheres, é superior à dos homens. Elas são mais inclusivas, partilham emoções entre amigas, sacrificam-se pelos filhos e pelo casamento... resumindo, ao serem mães e esposas são coletivistas, cooperantes. Embora haja exceções à regra.
Interessante que o indice da esperança de vida dos homens está se aproximando da esperança de vida das mulheres. Eles estão ficando mais equilibrados, participativos no casamento, na vida dos filhos. O conceito de familia está mudando. Deixamos de ter os arquétipos pai-céu, mãe-terra, o pai endeusado patriarcal que está sempre trabalhando e quando chega a casa é só para impor autoridade, a mãe serviçal que cuida de toda a organização familiar sozinha e que fala para os filhos: -quando teu pai chegar, vai-te pôr na ordem, menino!
A mãe boazinha, o pai papão, ou vice-versa, já era! Na Nova Era teremos pai-céu-terra e mãe-céu-terra. A cooperação entre géneros vigorará, entre elementos da familia, entre vizinhos, amigos, bairros. Caso contrário a esperança de vida das organizações será curta. Ou coopera ou extingue-se. Estamos vivendo momentos dificeis na economia mundial, as alterações estão se manifestando a todos os níveis inclusive ao nível climático. Só vocês podem decidir a esperança de vida das familias, das cidades, dos continentes. A alma do mundo está em evolução e dentro dela, a bonequinha alma familiar, também. É impossivel evoluirmos enquanto individuo separado do todo.
Agradeço à Norma a oportunidade de interagir nesta roda. Grata pela flexibilidade de datas, visto podermos publicar nossa participação entre os dias 13 e 18. Só prova que você nos quer mesmo por perto, pois dia 15 teremos BC Amor aos Pedaços e dia 17 sai o texto-chamada para a 4ªfase. Postando hoje, evitei colidir "interesses" e lhe dei meu abraço blogueiro, esperançoso de uma blogosfera mais unida e colaborativa. Bem haja Norma pela terapia que você nos proporciona.
E você (??) que está aí com preguiça domingueira, não vai participar dia 15 na esperança de vida da BC Amor aos Pedaços? A mulherada está participando em número muito superior aos homens, já reparou? Mas a estatistica entre a BC Fases da Vida e a BC Amor aos Pedaços, mostra essa tendência masculina do "ficar de fora" diminuindo. 
Participe!! Nem que seja nos comentários!! Dá força ao coletivo, homem!

07 maio 2012

"DE ESPERANÇAS" NA TEIA AMBIENTAL

Imagem m/autoria

Motivada pelo Dia da mãe, pelo Bookcrossing Blogueiro e pela 3ªfase da BCAP - Esperança, resolvi falar-vos de maternidade no contexto ambiental. De certa forma é um tema recorrente. Ano passado, por altura da 1ªfase da BCFV - Nascimento, abordei o impacto das fraldas descartáveis e as possiveis soluções. Mas hoje vamos pegar outro ângulo da problemática:
 
Em Portugal, estar "de esperanças" significa estar grávida. Um momento maravilhoso para todas as mulheres, e também para todos os homens que se dispõem a vivênciar em pleno a paternidade. Gerar um filho é experiênciar o ato de criação, esperar um milagre, dar forma ao amor conjugal. Primeiro engravida-se da ideia, depois engravida-se o coração, e por fim a prenhez na barriga principia a materialização.
É aqui que quero chegar. Peço aos mais suscetíveis que não se melindrem com a explanação. Vamos raciocinar juntos de mente aberta? Sem julgamentos!
No artigo anterior falavamos em apêgo aos livros. Algumas comentadoras afirmavam ter grande amor aos livros e por isso seria impensável desapegarem-se de recordações físicas. Livros de quando eram criança, livros de adolescência, juventude... livros que mudaram nossa vida, livros, livros, livros! Será que uma vida inteira de leitura cabe em um apartamento médio?
Aos livros, juntamos todas as outras recordações materiais: brinquedos, agrados dos dias dos namorados, albuns de fotografias, videos de quando os filhos eram pequenos, um interminável coleccionismo de fractais do passado. Enraizamos forte no plano físico e afastamo-nos cada vez mais do imaterial, de onde viemos e da essência que somos.
Acredito que o criador e nossa mãe terra também tenham engravidado da ideia de gerar a humanidade, depositado esperança no coração do universo e esperado que as sementes deitadas em sólo fecundo brotassem filhos à semelhança do pai.  Deram-nos plena liberdade para evoluirmos, para criar, destruir e reedificar, para morrer e reencarnar. Pais muito liberais que desapegaram-se do direito sobre a vida dos filhos pois quiseram ensiná-los a caminhar por suas próprias pernas. 
O Pai só nos pediu que nos amassemos uns aos outros como irmãos, e a Mãe só nos pediu que respeitarmos a casa onde vivemos, em harmonia com os reinos animal, vegetal, mineral e espiritual. Três pedidos apenas, que desrespeitamos a toda a hora: Amor, Respeito e Harmonia.
A principio prometemos cumprir porque parecia fácil. Mas logo nos encantamos com a materialidade e cedemos aos desejos, apropriamo-nos das ideias, dos seres, dos objetos e dos lugares. A inspiração divina logo foi titulada de Direitos de Autor; o amor que nos une deu origem ao Direito de Posse; os objetos que podem servir a todos ficam sujeitos aos que podem comprar e mesmo que já não necessitem deles, são armazenados em baús de recordações; e os lugares...  os lugares resultam em propriedade privada.
Não, não! Não foi assim que vos ensinei. - fala o Pai zangado, entre relâmpagos e tornados! - Mas os dormidores da vida não ouvem, desligaram-se há muito dos ideais da criação. Sentem-se orfãos de pai e mãe, buscam religarem-se através da religião, mas o apêgo à materialidade não os deixa compreender a linguagem sutil.
Filhos, vocês não sabem, mas essas vibrações baixas de apêgo e sofrimento é que vos afastam de nós - fala a mãe amorosa, compreensiva e tolerante. - Compartilhem vossas ideias, objetos e lugares, amem vossos familiares mas libertem-nos sem os abandonar. Nós gostamos de uma descendência numerosa porém sem a vossa ajuda será impossivel alimentar, vestir, educar, empregar e cuidar da velhice de todos vós. 
Tão simples assim, mãe? Só tenho de estimar meus objetos e reencaminhá-los aos que necessitam para deles se servirem. Como fiz com as roupinhas de bébé da minha filha que mais parecia um ClothesCrossing. Que emprestei à 1ªfamilia e solicitei que me devolvem quando já não precisassem. E depois emprestei à 2ªfamilia e assim em sucessivo, incumbindo-me de ser o canal entre as familias (+ exemplos 1, 2, 3).
É isso mesmo. Reutilizar é o mais importante. Quantas mais vidas os objetos tiverem, melhor! E em todas as etapas há que valorizar, o que temos, o que ganhamos, compramos, tudo tem o seu valor. Pode já não servir para nós, mas servirá para outras pessoas que necessitem. Essa é a verdadeira sustentabilidade do planeta, recanalizar recursos.

Deixo-vos a maravilhosa prendinha que recebi ontem da filhota. Uma caixa de ovos transformada em caixinha de mimos, pintada e decorada, recheada com brigadeiros de salame de chocolate. Adorei a ideia, por isso compartilho com todos.

O presente artigo pertence à Teia Ambiental, uma iniciativa da Flora e do Gilberto que acontece a dia 7 de cada mês.
Confira as esperanças dos restantes conspiradores preservacionistas: